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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Morreu na contramão Atrapalhando o público... Por esse pão prá comer Por esse chão prá dormir A certidão prá nascer E a concessão prá sorrir Por me deixar respirar Por me deixar existir Deus lhe pague! Todo dia eu só penso Em poder parar Meio-dia eu só penso Em dizer não Depois penso na vida Prá levar E me calo com a boca De feijão... O mundo me condena E ninguém tem pena Falando sempre mal do meu nome Deixando de saber Se eu vou morrer de sede Ou se vou morrer de fome.
Por Gabriela 18:39
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